¡La buena administración murió, viva la buena administración! La hermética vinculación de los Estados miembros al estándar de buena administración derivado del Derecho de la Unión Europea: un comentario al caso Ispas

Sophie Perez Fernandes

Resumen


Desde la consagración del “derecho a una buena administración” en la Carta de los Derechos Fundamentales de la Unión Europea (CDFUE), el interés por la temática de la buena administración en el ordenamiento jurídico de la Unión Europea ha recibido un aliento renovado. Esto, sin perjuicio de las dificultades planteadas a la luz del día por los contornos específicos de la disposición normativa de que se trata, el artículo 41 CDFUE. En la jurisprudencia del Tribunal de Justicia, el debate ha conocido discreto, pero, quizá, terminante desarrollo en la sentencia Ispas. A través de una lectura conjunta de la sentencia con las Conclusiones presentadas por el Abogado General Michal Bobek en el marco del mismo proceso, el presente texto pretende contextualizar el caso Ispas a la luz del encuadramiento del ejercicio de la función administrativa de la Unión por las autoridades administrativas de los Estados miembros y, en particular, de la problemática resultante de la no inclusión de los Estados miembros en el ámbito de aplicación del artículo 41 CDFUE relativo al “derecho a una buena administración”.


Palabras clave


Derecho de la Unión Europea, Buena administración, Derechos de defensa, Derechos fundamentales, Autonomía administrativa

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DOI: http://dx.doi.org/10.16890/rstpr.a6.n12.p225

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